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DRACCO causa prejuízo de R$ 1,2 bilhão ao crime organizado em MS


Política

Levantamento aponta R$ 1,2 bilhão em bloqueios e apreensões decorrentes de investigações financeiras

Por José Cândido | 05/02/2026 12:40

Assembleia reconhece ações do DRACCO após prejuízo bilionário ao crime em MS
Coronel Davi aponta a estratégia de “asfixia financeira” como eixo das investigações para justificar a homenagem. (Foto divulgação)

A atuação do DRACCO-MS no enfrentamento ao crime organizado entrou na pauta da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul. Por iniciativa do deputado Carlos Alberto David dos Santos, coronel David (PL), o plenário recebeu uma moção de congratulação ao departamento da Polícia Civil de Mato Grosso do Sul, citando resultados financeiros atribuídos às investigações.

O Departamento de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (DRACCO-MS) recebeu moção de congratulação na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul. A homenagem destaca o prejuízo de R$ 1,2 bilhão causado a organizações criminosas, sendo R$ 890 milhões em bloqueios judiciais e R$ 310 milhões em apreensões.A estratégia de “asfixia financeira” adotada pelo departamento visa enfraquecer economicamente as quadrilhas, reduzindo sua capacidade operacional. A operação “Castelo de Cartas”, que combateu fraudes imobiliárias e de veículos interestaduais, exemplifica a eficácia dessa abordagem investigativa.

O dado que sustenta a homenagem é um levantamento segundo o qual operações conduzidas pelo DRACCO teriam provocado prejuízo estimado de R$ 1,2 bilhão a organizações criminosas. Desse montante, cerca de R$ 890 milhões correspondem a bloqueios judiciais e constrição de bens; outros R$ 310 milhões referem-se à apreensão de ativos — de aeronaves e veículos de luxo a imóveis, joias, entorpecentes e dinheiro.

Na justificativa apresentada, o parlamentar aponta a estratégia de “asfixia financeira” como eixo das investigações. A lógica é direta: retirar o fôlego econômico das quadrilhas para reduzir a capacidade de reinvestimento no crime e quebrar cadeias ilícitas. Segundo ele, a recuperação de ativos também retroalimenta o sistema de justiça e segurança pública.

Entre as ações mencionadas está a operação “Castelo de Cartas”, que atingiu esquemas interestaduais de fraudes imobiliárias e de veículos. O caso é citado como exemplo do foco em investigações financeiras e do planejamento adotado pelo departamento.

A moção alcança a delegada titular, Ana Cláudia Oliveira Marques Medina, além de delegados, investigadores e escrivães da unidade. O reconhecimento, ainda que simbólico, recoloca no debate um ponto sensível da política de segurança: mais do que prisões pontuais, o impacto duradouro costuma vir quando o dinheiro do crime é rastreado, bloqueado e perdido.



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