Após o ocorrido, uma onça-pintada macho foi capturada na região e levada ao Centro de Reabilitação de Animais Silvestres, em Campo Grande. Exames posteriores, incluindo análise de DNA encontrada em fezes do animal, confirmaram que se tratava do felino responsável pelo ataque. Depois de receber cuidados veterinários, a onça foi transferida para uma instituição em São Paulo, onde passou a ser chamada de Irapuã.









